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Não são só as crianças: baixa vacinação de adultos também preocupa

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  • Mariana Alvim
  • Da BBC News Brasil em São Paulo

Enfermeira aplica vacina no braço de grávida; ambas estão de lado para a câmera

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Para especialistas, baixas taxas de vacinação de grávidas contra gripe e tétano são particularmente graves

Após conquistar em 2016 um certificado internacional por ter conseguido eliminar o sarampo, o Brasil viveu nos anos recentes uma derrocada no combate a essa doença, que pode ser fatal. Em 2018, o país voltou a ter casos confirmados dessa infecção viral e chegou a 2022 com surtos ativos no Amapá e em São Paulo.

Para especialistas entrevistadas pela BBC News Brasil, uma das explicações para essa preocupante reviravolta no combate ao sarampo é a baixa vacinação de adultos contra a doença — embora qualquer um que tenha até 59 anos de idade e não tenha sido vacinado tenha o direito de ser imunizado gratuitamente na rede pública.

A vacinação, hoje centrada no imunizante tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola), é considerada a principal arma no combate à doença.

“Nós não conseguimos interromper a cadeia de transmissão, porque ainda tem adultos doentes (com sarampo). Estão sendo feitas campanhas e mais campanhas de vacinação, e essa população não comparece”, afirma Carla Domingues, epidemiologista e coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) entre 2011 e 2019.

Link da BBC News | Brasil

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Author: Síntese

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