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O plano para transformar a Grã-Colômbia em monarquia (e o que fez Simón Bolívar)

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Coroa

Crédito, Museu Nacional da Colômbia

Legenda da foto,

A ‘grinalda cívica’ foi um presente da cidade de Cusco, no Peru, para Simón Bolívar. Hoje, ela faz parte do acervo do Museu Nacional da Colômbia

A coroa era digna de um soberano. E, em um dia jubiloso, ela foi oferecida de presente a Simón Bolívar na antiga capital do império inca – a cidade de Cusco, no Peru.

Elaborada com 47 folhas de louro feitas de ouro, 49 pérolas barrocas, 9 diamantes grandes e 274 diamantes menores, ela era conhecida como a grinalda cívica. É considerada uma “joia esplêndida”, que poderia muito bem adornar a cabeça de grandes imperadores, como Júlio César ou Napoleão Bonaparte.

Em junho de 1825, Simón Bolívar (1783-1830) estava no auge da sua glória. O Libertador era presidente da então chamada Grã-Colômbia – uma república formada pelo território hoje ocupado pela Colômbia, Venezuela, Equador e Panamá. E, poucos meses antes, ele havia também consolidado a independência do Peru.

Por isso, a chegada de Simón Bolívar a Cusco foi uma espécie de “marcha triunfal”.

Link da BBC News | Brasil

Síntese
Author: Síntese

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